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17 de mai. de 2017
22 de mar. de 2017
Novidade no ar: Mais informações sobre inovação no site do Ministério do Planejamento
Por Unknown22.3.17Governo, Melhoria da Gestão, Ministério do Planejamento, Redes de InovaçãoSem Comentarios
Vamos espalhar a notícia!
Agora contamos com mais um meio de divulgação sobre a InovaGov e sobre Inovação no Setor Público no site do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Confira aqui os detalhes e aproveite também para navegar no site e conheça iniciativas de modernização da gestão!
14 de fev. de 2017
A InovaGov abre suas portas!
Traçamos o projeto de nossa casa, colocando as colunas e pilares em seus devidos lugares e, agora, abrimos nossas portas àqueles interessados em ajudarem o Serviço Público em sua reforma, colorindo-o com os tons da inovação!
Se você está entre aqueles que procuravam um espaço no governo para trocar ideias, discutir, promover e divulgar práticas capazes de fomentar a cultura da inovação no setor público (sempre com foco no cidadão, é claro), venha se envolver nos trabalhos!
As regras desse jogo, você pode conferir aqui mesmo, em nosso blog!
24 de jan. de 2017
Cidadania Digital já é uma realidade
Por Unknown24.1.17Experiências Inovadoras, Ferramentas, Governo, Melhoria da Gestão, Plataforma online, Redes de Inovação1 Comentario
Muita gente já esqueceu como era a vida antes das compras online e da fila do orelhão! Estar conectado já faz parte da nossa rotina, o hábito de se comunicar com amigos e familiares por aplicativos, checar noticias e as redes sociais cresceu muito com o uso dos smatrphones e o acesso a internet. As facilidades cotidianas aumentam a cada dia com o lançamento de aplicativos para os mais variados fins e, inclusive, vem melhorando o acesso aos serviços públicos e mexendo na nossa legislação - é a tal da Cidadania Digital.
Com a ampliação do acesso à rede, o ambiente virtual passou a ser espaço rico de práticas inovadoras e aproximou o Governo do cidadão, estamos mais perto do dia em que o cidadão não precisará encarar uma fila no balcão dos órgãos públicos e se enfrentar algum problema vai conseguir reclamar de forma oportuna.
Recentemente o governo federal instituiu a Plataforma de Cidadania Digital, com o objetivo de ampliar e simplificar o acesso dos cidadãos aos serviços públicos digitais, inclusive por dispositivos móveis. Além disso, o Portal de Serviços de Governo Federal disponibiliza informações sobre serviços e políticas públicas, permite realizar e acompanhar solicitações eletrônicas.
A ideia central é aumentar a oferta de serviços públicos e oferecer ao cidadão a mesma praticidade e agilidade dos aplicativos de troca de mensagens e plataformas de serviços bancários, por exemplo. Além disso, a tendência ao longo do tempo é de economia de recursos públicos, com a redução do atendimento presencial, da impressão e autenticação de documentos e na manutenção de estruturas físicas para prestação de serviços que passarão a ser oferecidos em ambientes virtuais.
Para conhecer mais veja aqui informações sobre a Plataforma de Cidadania Digital, a Política de Governança Digital e a Política de Dados Abertos.
1 de dez. de 2016
Seminário InovaTCU e InovaGov - Dia 15/12
Para aqueles que não sabem (ou se esqueceram), hoje completamos um ano desde o primeiro Seminário de Inovação em Gestão Pública, realizado pela equipe do INOVA em parceria com o TCU.
E por que isso é importante? Porque foi lá mesmo, em conversas durante o seminário, que surgiu a ideia de criarmos a Rede InovaGov!
Então, para celebrarmos juntos esse aniversário e compartilharmos as experiências deste primeiro ano de funcionamento da Rede (e quase dois do Programa de Inovação do TCU), faremos um evento no próximo dia 15 de dezembro, das 10h às 18h, na nova sede do Instituto Serzedello Corrêa, localizada próxima ao CJF (veja no Google Maps).
Contamos com a presença de todos os atuais (e futuros) membros da Rede, assim como todos aqueles que se interessam em saber mais sobre inovação no setor público e contribuir para que ela aconteça cada vez mais!
Pedimos a todos que se inscrevam pelo site do TCU, para podermos ter registro dos interessados e facilitar novos contatos sobre o assunto (além de viabilizar a geração de certificados, para aqueles que necessitarem).
Para se inscrever, clique aqui e informe o código do evento INOVA2016 e o seu CPF.
Segue abaixo a programação do evento.
Hora
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Programação
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9:30
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Credenciamento e Café de Boas Vindas
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10:00
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Abertura
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10:30
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Nuvem cívica: resultados alcançados e visão de futuro
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10:50
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Premiação do Desafio de Aplicativos Cívicos
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11:20
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Lançamento do Desafio de Jogos Cívicos
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11:40
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Referencial Básico e Kit de Ferramentas do Programa InovaTCU
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12:00
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Intervalo para Almoço
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14:30
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Painel: O poder dos laboratórios e das equipes de inovação no setor público
Experiências do coLAB-i no fomento
à inovação no Controle Externo
Experiências do CJF no fomento à
inovação no Poder Judiciário
Experiências do G.Nova no fomento à
inovação no Governo Federal
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15:30
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A inovação em rede: como começamos
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16:15
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Café na rede - onde estamos
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16:45
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Oficina: Extra! Extra! Notícias da rede de inovação
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17:45
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Encerramento
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Importante: após o encerramento, estão todos convidados para uma Cantata de Natal com o Coral do TCU, seguida de coquetel de confraternização. Vamos todos brindar ao sucesso da InovaGov!
25 de out. de 2016
Serviço público inovador?
Por Carol Rattacaso25.10.16Eventos, Experiências Inovadoras, Ferramentas, Laboratórios de Inovação, Ministério do Planejamento, Notícias, Redes de Inovação2 Comentarios
Novo”, “tecnologia”, “invenção”, “novidade”, “fazer diferente”, “boas ideias”. São várias as palavras e expressões que surgem na mente quando pensamos em Inovação. Certamente, um termo complexo, amplo e, por vezes, até abstrato, tão difícil de definir como de concretizar.
“Burocracia”, “lentidão”, “tecnologia obsoleta”, “pouco recurso financeiro”, “serviços de pouca qualidade”. São esses os termos que vêm à cabeça quando se pensa em administração pública. Será que esses dois mundos conseguem se encontrar?
O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP) ousou unir esses dois lugares opostos – ou seriam complementares? – nas propostas de ação apresentadas ao Projeto Apoio aos Diálogos Setoriais União Europeia-Brasil na 8ª Convocatória e na Extraconvocatória de 2016.
Mas como conseguir organizar tantos conceitos? Começou com a disponibilização de um espaço aberto para debates e novas ideias: “A Semana de Inovação em Gestão Pública – Transformando Ideias em Soluções”. Foi um evento que aconteceu em 2015 e contou com a participação de servidores de 16 estados brasileiros e 50 convidados nacionais e internacionais como palestrantes, debatedores e moderadores. Um resultado concreto de todo o esforço que culminou nesse evento foi a assinatura de uma carta de intenções entre Brasil e Dinamarca que, mais tarde, foi oficializada com a assinatura de um memorando de entendimento entre os dois países. Foi o estabelecimento de uma cooperação com o objetivo maior de fomentar a Cultura da Inovação em Gestão aqui no Brasil.
Logo após o evento, a Escola Nacional de Administração Pública (ENAP) se juntou a essa empreitada, que teve como primeiro passo a implementação e inauguração, em 17 de agosto de 2016, do G-NOVA, Laboratório de Inovação em Gestão voltado para atendimento a projetos do governo federal. O laboratório foi concebido a partir da metodologia do MindLab dinamarquês, como um espaço de convergência de ideias inovadoras. Ele foi criado para “demonstrar aos servidores públicos federais que, aplicando métodos de colaboração, de criação conjunta com os usuários do serviço, vai se ter como resultado um serviço mais aderente à necessidade que ele se propõe a atender”, nas palavras de Luis Felipe Salin Monteiro, diretor do Departamento de Modernização da Gestão (INOVA), unidade do Ministério do Planejamento responsável pela proposta de ação no âmbito dos Diálogos Setoriais. O próprio nome já se explica, o LABORATÓRIO é um espaço para experiências. Esse lugar, livre de barreiras para expressão de ideias, será um espaço para apresentá-las, discuti-las, desenhá-las e experimentá-las antes de serem aplicadas a nós, cidadãos. Um local onde há espaço para tentativa e erro e onde a criatividade é estimulada: algo como um remédio que é desenvolvido e testado em laboratório antes de ser colocado no mercado. Assim, busca-se reduzir os riscos e custos de implementação de uma política pública, bem como aumentar os seus níveis de sucesso.
Perceba a adesão de novos termos ao vocabulário de inovação: cooperação e ideias convergentes. Agora adicione a isso órgãos públicos dos três poderes e você tem outro resultado advindo daquela Semana de Inovação: A Rede de Inovação no Setor Público ou, de forma mais carinhosa, a InovaGov. E como o próprio nome já diz, é uma rede na qual todos os pontos estão interligados, sem qualquer hierarquia, permitindo uma troca sinérgica, que se retroalimenta entre o Laboratório e os membros da Rede. Nesse sentido, Guilherme Almeida, Diretor de Inovação da ENAP, afirma que “o laboratório é não só um membro, mas um nó muito ativo nessa rede”, uma vez que vai servir como um dos espaços para discussão e experimentos desse grupo.
A proposta de ação para contribuir com a estruturação da InovaGov foi apresentada aos Diálogos Setoriais na Extraconvocatória e sua formatação foi facilitada pela contratação de peritos que trouxeram novas dinâmicas de trabalho que ajudaram a constituí-la. Hoje a rede conta com o engajamento ativo de 38 instituições públicas federais, dos três Poderes (Judiciário, Legislativo e Executivo), cuja participação vem se formalizando pela assinatura de termos de adesão a um Acordo de Cooperação Técnica assinado por um representante de cada Poder. Trata-se de mais uma ação de estímulo à cooperação que “ajuda os órgãos a superarem barreiras juntos e pensarem soluções conjuntas para as dificuldades que eles encontrem”, ou seja, é mais uma ferramenta “para articular e integrar arranjos para inovação no setor público” como explica Luanna Sant’Anna Roncaratti, Gerente de Inovação do Ministério do Planejamento.
São os Diálogos Setoriais contribuindo para que o serviço público se torne cada vez melhor e mais eficiente!
10 de ago. de 2016
InovaGov e Startups
Por Unknown10.8.16Co-criação, Governo, Melhoria da Gestão, Redes de Inovação, StartupsSem Comentarios
Ontem, 09/08, o tema "Startups" foi o mote para a turma do InovaGov se encontrar no Espaço Nexus da ENAP.
CAIXA, MDIC, MCTIC e MP apresentaram suas experiências visando a fomentar a participação das startups na construção de soluções de valor público, e ficou claro que temos aspectos diversos a considerar em nossas ações (questões legais, estabelecimento de parcerias, aquisição de soluções pelo governo, concessão de bolsas para fomentar inovação, realização de concursos, ... - enfim, um desafio altamente interessante de tão complexo que é).
Quem esteve presente pode conhecer um pouco mais de iniciativas como Usinas Digitais, Inovapps, Startup Brasil, Inovativa Brasil e Startup Gov, que demonstram que o governo já vem se envolvendo na matéria - e não é de hoje.
Um dos desafios mobilizadores em curso na Rede InovaGov trata especificamente de alianças público-privadas e os próximos movimentos nessa direção devem acelerar a interação com empreendedores do Setor Privado (sempre lembrando que a concepção da Rede InovaGov prevê a mobilização dos Setores Público e Privado, da Sociedade Civil e da Academia).
Fique atento às nossas atualizações deste tema vibrante, aqui neste mesmo bat-blog, neste mesmo bat-canal, ...
Um dos desafios mobilizadores em curso na Rede InovaGov trata especificamente de alianças público-privadas e os próximos movimentos nessa direção devem acelerar a interação com empreendedores do Setor Privado (sempre lembrando que a concepção da Rede InovaGov prevê a mobilização dos Setores Público e Privado, da Sociedade Civil e da Academia).
Fique atento às nossas atualizações deste tema vibrante, aqui neste mesmo bat-blog, neste mesmo bat-canal, ...
OS SERVIÇOS PÚBLICOS E A BANCA DE REVISTAS
Por Joelson Vellozo Jr.10.8.16Cultura, Melhoria da Gestão, Plataforma online, Redes de Inovação5 Comentarios
A foto acima (tirada por mim) é de uma banca de
revistas no Plano Piloto (Brasília/DF). Eu estava andando sem destino em um
Domingo qualquer quando passei em frente a ela. Neste momento, meu pensamento
imediato foi um só: “banca de revistas é um negócio que caminha para a extinção,
correto? Uma banca de revistas que, para agravar o quadro, oferece serviços de
Lan House, xerox, locação de DVD e plastificação de documentos merece o título
mundial de shopping (ou museu?) do Século XX”. Hoje, ninguém mais tem dúvidas
de que tudo caminha rapidamente para bem distante da Lan House (a Internet é
cada vez mais móvel e individual do que fixa e coletiva), da xerox (a vida sem
papel é sem volta), da locação de DVD (preciso lembrar do Netflix e seus concorrentes?)
e da plastificação de documentos (todos os dias, estamos cada vez mais perto da
digitalização completa da nossa identificação).
Passei a caminhada inteira e o
dia de Domingo todinho com aquela imagem na cabeça. Na segunda-feira pela manhã,
no caminho para o trabalho e quando achava que estava completamente livre daquele
tenebroso conflito “Século XX versus Século
XXI”, a ficha finalmente caiu: será que o cidadão, ao passar em frente a uma organização
pública, não teria o mesmo tipo de “susto” que eu tive naquele Domingo? Sim,
teria! Ops...teria, não! Tem!
A verdade é que, quando colocada
principalmente diante deste novo cidadão conectado e cliente de empresas tão
espetaculares quanto Amazon, AirBnB, Uber, Apple e Google, a administração pública
é nada mais, nada menos que uma banca de revistas “vendendo” xerox e
plastificação.
Reconhecer esta realidade –
confesso! – me causa certa angústia, mas também me traz uma grande alegria em
identificar um belo desafio para todos os servidores e parceiros públicos de
bem! Temos muito trabalho a fazer (#fato!). Acredito demais que parte essencial
desta “briga entre séculos” passa pelo tipo de cultura, de competências e de iniciativas
que o INOVA promove: digitalização de serviços públicos, desburocratização de
processos, design thinking no serviço
público, arranjos institucionais
inovadores, serviços públicos centrados no cidadão etc. São todas estas
temáticas de que se ocupa o INOVA e em relação às quais existe um mundo de
gente boa, ativa e bem-intencionada querendo construir pontes e cooperação para
fazer da administração pública um pouco menos banca de revistas e um pouco
mais... um pouco mais... o quê? Comenta aí!
29 de jul. de 2016
Finanças Sociais - o que são os tais "SIBs"?
Por Unknown29.7.16Conceitos, Estudos e Pesquisas, Experiências Inovadoras, Ferramentas, Governo, Redes de Inovação, Setor Privado1 Comentario
Uma das frentes que a Rede InovaGov tem estudado com atenção é a questão das Finanças Sociais - em especial, o entendimento dos "títulos de impacto social" ou "SIB - Social Impact Bonds".
SIBs são usados em realidades como Reino Unido, Portugal, França e Estados Unidos, buscando a expansão de intervenções de sucesso do governo para contextos maiores, melhorando os resultados de seu investimento, minimizando os riscos envolvidos e, principalmente, alcançando os objetivos sociais.
O arranjo típico de um SIB envolve o Governo, um intermediário, investidores, organizações não-governamentais e avaliadores externos. O pagamento pela prestação dos serviços somente ocorre quando há a comprovação do êxito da iniciativa.
A Secretaria de Inovação do MDIC coordena os estudos das Finanças Sociais (e dos SIBs) e instituições como CAIXA, SEBRAE e organizações privadas têm participado das conversas. Atualmente, peritas contratadas pelo Programa Diálogos Setoriais também trabalham no tema e há a possibilidade de missões em breve para conhecimento das experiências internacionais.
Pra você SIB é uma novidade? - shhh, não espalha, pra mim também...
Confira abaixo um vídeo introdutório que a McKinsey fez para explicar o básico.
22 de jul. de 2016
Ei, e o material apresentado no "Surfando na Onda da Inovação"?
Na semana passada falamos do evento "Surfando na Onda da Inovação" - e a pergunta mais ouvida nos últimos dias dá título a este post.
O assunto rendeu tanto que até quem andava meio sumido resolveu dar seu depoimento:
15 de jul. de 2016
O Havaí é aqui - surfe e inovação na Capital
Ontem o Complexo Nexus da ENAP transformou-se em Praia do Cerrado: representantes da Rede InovaGov surfaram na onda da inovação e compartilharam suas experiências em um formato diferente dos encontros anteriores: cada uma das oito iniciativas foram inicialmente alvo de apresentações-relâmpago, nas quais seus responsáveis tinham no máximo quatro minutos para chamar a atenção do público para os temas.
Depois, foram formadas mesas em que as iniciativas eram detalhadas e as pessoas podiam se movimentar pelo ambiente e debater com seus colegas de rede.
Apesar de bem diferentes - ou até por isso mesmo - as experiências inovadoras atiçaram a curiosidade dos participantes e o clima descontraído favoreceu a troca de conhecimentos nos grupos que se formaram e se desfizeram nas quatro rodadas de apresentações.
Confira os casos que compuseram a programação do evento "Surfando na Onda da Inovação":
- O Programa de Inovação #CaixaLab
- O difícil caminho da inovação na empresa pública dos Correios
- A Fábrica de Ideias da Anvisa
- Laboratório G.Nova
- Gestão da Inovação e Desenvolvimento Institucional do MPS
- O Observatório de Despesa Pública da CGU
- O Planejamento Estratégico do Ministério das Comunicações
- O Observatório da Estratégia da Justiça Federal
7 de jul. de 2016
A arte de brincar em serviço
Comprovado: se divertir no trabalho é bom para todo mundo (mas isso você já sabia).
Entre outros benefícios, permite construir um ambiente de camaradagem, aumentar a produtividade, aprimorar a satisfação e a lealdade do empregado e encorajar a criatividade e a inovação para um melhor ambiente de trabalho e para a geração de resultados.
Legal, não?
Bob Pike, autor de "The Fun Minute Manager", afirma ser importante mesclar atividades formais e informais no trabalho, incluindo humor, jogos, celebrações, oportunidades de auto-desenvolvimento e reconhecimento das conquistas alcançadas.
Veja algumas ideias que rolam na web e que podem tornar seu ambiente de trabalho mais divertido - tenho certeza que várias delas você e sua equipe já adotam:
1. Decore o ambiente de trabalho para ser mais "fun-friendly" (por exemplo, com imagens e cores vivas que você curta);
2. Promova jogos entre os colaboradores durante momentos de trabalho e celebração;
3. Crie um "mural do bom humor";
4. Tenha regularmente uma "sessão-pipoca";
5. Inclua desafios / enigmas para os colaboradores nas comunicações semanais e dê uma premiação a quem for o primeiro a solucioná-los;
6. Agradeça sempre pelos resultados alcançados por seus colegas;
7. Monte um comitê que busque maneiras efetivas de acrescentar diversão ao trabalho (mas sem burocratizar a história, por favor);
8. Estimule as pessoas a serem espontâneas e a se expressarem;
9. Toque música naqueles horários em que a energia estiver baixando no ambiente de trabalho;
10. Celebre os aniversários do mês.
* PS: ah, e não deixe de ver abaixo o TED de Steve Keil, um búlgaro que prega que "jogar" é a saída para seu país sair da incômoda posição de depressão que ocupa no contexto internacional. Não somos a Bulgária, mas o que ele afirma vale para qualquer contexto de trabalho.
Entre outros benefícios, permite construir um ambiente de camaradagem, aumentar a produtividade, aprimorar a satisfação e a lealdade do empregado e encorajar a criatividade e a inovação para um melhor ambiente de trabalho e para a geração de resultados.
Legal, não?
Bob Pike, autor de "The Fun Minute Manager", afirma ser importante mesclar atividades formais e informais no trabalho, incluindo humor, jogos, celebrações, oportunidades de auto-desenvolvimento e reconhecimento das conquistas alcançadas.
Veja algumas ideias que rolam na web e que podem tornar seu ambiente de trabalho mais divertido - tenho certeza que várias delas você e sua equipe já adotam:
1. Decore o ambiente de trabalho para ser mais "fun-friendly" (por exemplo, com imagens e cores vivas que você curta);
2. Promova jogos entre os colaboradores durante momentos de trabalho e celebração;
3. Crie um "mural do bom humor";
4. Tenha regularmente uma "sessão-pipoca";
5. Inclua desafios / enigmas para os colaboradores nas comunicações semanais e dê uma premiação a quem for o primeiro a solucioná-los;
6. Agradeça sempre pelos resultados alcançados por seus colegas;
7. Monte um comitê que busque maneiras efetivas de acrescentar diversão ao trabalho (mas sem burocratizar a história, por favor);
8. Estimule as pessoas a serem espontâneas e a se expressarem;
9. Toque música naqueles horários em que a energia estiver baixando no ambiente de trabalho;
10. Celebre os aniversários do mês.
* PS: ah, e não deixe de ver abaixo o TED de Steve Keil, um búlgaro que prega que "jogar" é a saída para seu país sair da incômoda posição de depressão que ocupa no contexto internacional. Não somos a Bulgária, mas o que ele afirma vale para qualquer contexto de trabalho.
1 de jul. de 2016
A saga de Espartaco
Caros amigos, hoje nosso colega Espartaco, criador do blog InovaGov, cumpriu seu último dia de trabalho e (acreditem vocês) se aposentou.
Parabéns!!!:):):)
Falar de suas qualidades (amizade, competência, compromisso, responsabilidade e muitos etcéteras...) seria desfiar um interminável catálogo de coisas positivas - daí, nossa turma de "inoveiros" preferiu bolar um vídeo curtinho em homenagem ao grande Espartaco.
Boa sorte na nova jornada! - o vídeo, você confere abaixo.
30 de jun. de 2016
Design thinking na ponte aérea Brasil-Dinamarca
Por Unknown30.6.16Eventos, Ferramentas, Laboratórios de Inovação, Metodologia, Redes de Inovação1 Comentario
No dia 29/06 - também conhecido como ontem - foi realizado o workshop "Introdução ao Design Thinking", com mediação da designer dinamarquesa Annette Vaering e participação maciça dos membros da Rede InovaGov.
A iniciativa foi mais uma ação resultante da parceria entre os governos brasileiro e dinamarquês, na qual a gerente de projetos do laboratório dinamarquês MindLab apresentou conceitos fundamentais da abordagem e, principalmente, estimulou os servidores a trabalharem formas de trazer ideias abstratas para o mundo real - talvez o principal objetivo do design thinking.
A oficina teve lugar na ENAP e a própria escolha do local "causou" - o salão da biblioteca Graciliano Ramos virou ambiente de compartilhamento e inovação.
Clique aqui para conhecer ferramentas e métodos de design elaborados pelo MindLab (para nossa sorte, os documentos estão em inglês - dinamarquês, para mim, é grego...).
16 de jun. de 2016
Alianças Público-Privadas
Por Unknown16.6.16Co-criação, Experiências Inovadoras, Redes de Inovação, Setor PrivadoSem Comentarios
Nesta quinta-feira, 16/06, representantes do MP (SEGES e STI), do MCTIC, do MDIC e da ANVISA, que fazem parte da Rede InovaGov e discutem formas de aliança entre os setores público e privado, estiveram reunidos no Ministério do Planejamento.
Partindo da apresentação feita no último encontro da rede, foram identificadas iniciativas que podem ter impactos relevantes no que o grupo desenvolve, como o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde - PROADI/SUS e as Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs), ambas no âmbito do Ministério da Saúde.
A próxima agenda do grupo envolverá a apresentação de representantes do PROADI e das PDPs, visando tanto à possibilidade de incorporação de boas ideias e práticas a iniciativas já existentes na Administração quanto à elaboração de um modelo específico para inovação no setor público.
10 de jun. de 2016
Oficina de Inovação Intergaláctica
Por Unknown10.6.16Co-criação, Eventos, Experiências Inovadoras, Ferramentas, Governo, Laboratórios de Inovação, Redes de InovaçãoSem Comentarios
Foi tudo muito legal, a começar pela escolha do local (imagine só, o Planetário, com sessão especial para os participantes. Ou seria espacial???...).
* como mencionei no vídeo, fiquei bem impressionado com várias ferramentas e experiências de compartilhamento de conhecimento que já estão disponíveis para usarmos - veja a lista de algumas delas:
- Firechat: um app para as pessoas conversarem em seus smart phones, sem necessidade de conexão à internet;
- SeeClickFix: plataforma de comunicação de comunidades para a resolução de questões que afetam a vida de todos;
- Chrends: uma rede para discutir assuntos sem que você precise se identificar;
- Chatclass: ensino a distância pelo Whatsapp;
- Byju: mais uma solução de aprendizagem digital;
- Farmerbook (digital green): compartilhamento de conhecimento entre agricultores do mundo inteiro. O grande barato da solução foi a premissa de ensinar os agricultores a fazerem e a publicarem vídeos de alta qualidade usando celulares - a partir daí, a rede de problemas / soluções se estabeleceu e ganhou vida :)
8 de jun. de 2016
Novo endereço do blog: redeinovagov.blogspot.com
A partir da próxima segunda-feira (13/06), o acesso ao Blog InovaGov será alterado.
A fim de simplificar o acesso por meio da associação do domínio ao nome da Rede, o endereço mindsandhands.blogspot.com será desativado e passará a ser disponibilizado em redeinovagov.blogspot.com.
(OBS: O domínio "inovagov" não estava disponível, por isso escolhemos "redeinovagov").
Aguardamos todos no novo endereço na segunda-feira! Enquanto isso, continue curtindo nossos posts aqui mesmo.
3 de jun. de 2016
Em três tempos...
Cena 1: 2002, coordeno o escritório de processos e projetos da CAIXA e, todo satisfeito, falo ao novo superintendente estratégico que nossos padrões são compatíveis com os mais altos níveis nacionais e internacionais existentes. Ele balança a cabeça, frustrado, e afirma: "puxa, então o mundo está todo errado... Como podemos demorar tanto para dar solução aos problemas críticos que identificamos?".
Cena 2: 2009, à frente do Programa Gespública, vejo que grande parte das organizações que iniciam empolgadas processos de autoavaliação da gestão não conseguem implantar as melhorias previstas ("o contexto mudou", "chegou um novo chefe", "outras prioridades entraram em pauta", "o problema acabou se resolvendo sozinho", são as justificativas mais comuns). Sinto que quase pensamos que "as ferramentas são perfeitas! - o problema é a tal da realidade...".
Cena 3: 2016, instabilidade e incerteza no horizonte - como é próprio do contexto público, certo? Então, "inoveiros" que somos, vamos incorporar tais "variáveis" nos métodos, ferramentas e instrumentos que dispomos e comunicar que há uma grande oportunidade de emplacar algo que realmente agregue valor às agendas de gestores que precisam enfrentar a turbulência.
Ou sonhei acordado?
23 de mai. de 2016
12 princípios da inovação aberta
Inovação aberta é combinação de ideias internas e externas para prover melhores serviços para seus clientes, aumentar a eficiência e reforçar o valor agregado. Vejamos agora seus princípios, elencados pela revista Nature:
1) Finalidade. Esforços e intelectos alinhados.
2) Parceria. governo, indústria, academia e cidadãos devem unir forças, alinhar metas, amplificar recursos, atenuar o risco e acelerar o progresso.
3) Plataforma. Um ambiente de colaboração é uma requisição básica. Plataformas devem ser abertas, integradas e modulares, permitindo uma abordagem "plug-and-play".
4) Possibilidades. O retorno pode não vir de um produto, mas do modelo de negócio que o permitiu existir, de um processo melhor ou de uma nova experiência do usuário.
5) Plano. Adoção e escala devem ser o foco dos esforços de inovação, não a criação do produto.
6) Pirâmide. Permitir aos usuários direcionar a inovação. Eles inspiraram dois terços das inovações em semicondutores e placas de circuito impresso, por exemplo.
7) Problema. A maioria das inovações vêm de uma necessidade declarada: pesquisas etnográfica com os usuários podem identificar problemas e apoiar o brainstorming de soluções.
8) Protótipo. Soluções precisam ser testadas e aperfeiçoadas através da experimentação rápida com os usuários e cidadãos. Prototipagem mostra como aplicável uma solução é, reduz os riscos de falhas e pode revelar pontos de dor. "Hackathons", onde os desenvolvedores se reúnem para tentar rapidamente as coisas, são cada vez mais comuns.
9) Piloto. Os projetos precisam ser implementadas no mundo real em pequenas escalas em primeiro lugar.
10) Produto. Protótipos precisam ser convertidos em produtos ou serviços comerciais viáveis através da ampliação e novas infraestruturas a nível mundial.
11) Sistemas de serviço do produto. As organizações devem ir além de prover apenas produtos, prestando também serviços relacionados que melhoram a sustentabilidade, bem como a rentabilidade.
12) Processo. A inovação é um esporte de equipe. Organizações, ecossistemas e comunidades devem medir, gerir e melhorar os seus processos de inovação para fornecer resultados que são previsíveis, prováveis e rentáveis.
2) Parceria. governo, indústria, academia e cidadãos devem unir forças, alinhar metas, amplificar recursos, atenuar o risco e acelerar o progresso.
3) Plataforma. Um ambiente de colaboração é uma requisição básica. Plataformas devem ser abertas, integradas e modulares, permitindo uma abordagem "plug-and-play".
4) Possibilidades. O retorno pode não vir de um produto, mas do modelo de negócio que o permitiu existir, de um processo melhor ou de uma nova experiência do usuário.
5) Plano. Adoção e escala devem ser o foco dos esforços de inovação, não a criação do produto.
6) Pirâmide. Permitir aos usuários direcionar a inovação. Eles inspiraram dois terços das inovações em semicondutores e placas de circuito impresso, por exemplo.
7) Problema. A maioria das inovações vêm de uma necessidade declarada: pesquisas etnográfica com os usuários podem identificar problemas e apoiar o brainstorming de soluções.
8) Protótipo. Soluções precisam ser testadas e aperfeiçoadas através da experimentação rápida com os usuários e cidadãos. Prototipagem mostra como aplicável uma solução é, reduz os riscos de falhas e pode revelar pontos de dor. "Hackathons", onde os desenvolvedores se reúnem para tentar rapidamente as coisas, são cada vez mais comuns.
9) Piloto. Os projetos precisam ser implementadas no mundo real em pequenas escalas em primeiro lugar.
10) Produto. Protótipos precisam ser convertidos em produtos ou serviços comerciais viáveis através da ampliação e novas infraestruturas a nível mundial.
11) Sistemas de serviço do produto. As organizações devem ir além de prover apenas produtos, prestando também serviços relacionados que melhoram a sustentabilidade, bem como a rentabilidade.
12) Processo. A inovação é um esporte de equipe. Organizações, ecossistemas e comunidades devem medir, gerir e melhorar os seus processos de inovação para fornecer resultados que são previsíveis, prováveis e rentáveis.
Bom, alinhados nós estamos. Parceria intragoverno já existe, as demais estão no radar. Plataforma é um de nossos desafios estruturantes e um de seus intuitos é permitir ouvir os cidadãos. Pensamos sempre em replicação e escala. Os órgãos já desenvolvem "hackathons". Ainda faltam algumas coisas, mas acho que a Rede InovaGov está no caminho certo! :)
Para saber mais, leia a matéria completa em: http://www.nature.com/news/twelve-principles-for-open-innovation-2-0-1.19911



















