Blog da Rede de Inovação no Setor Público

31 de jul. de 2015

Innovating the Public Sector: From Ideas to Impact (OECD)




Em novembro de 2014, a OCDE realizou uma conferência sobre inovação no setor público, intitulada "Innovating the Public Sector: From Ideas to Impact", onde  priorizou um chamamento à ação dos seus países membros, de modo a promover e permitir a inovação no setor público, a saber:
  • Ação 1: Focar nas pessoas
  • Ação 2: Colocar conhecimento para uso
  • Ação 3: Trabalhar em conjunto
  • Ação 4: Repensar as Regras

Para acesso ao relatório completo, acesse o "link" indicado a seguir.

Fonte: https://www.oecd.org/gov/public-innovation/innovating-the-public-sector-conference-conclusions-2014.pdf

29 de jul. de 2015

Pesquisa, Criatividade e Inovação (3M)




Definição atribuída ao Dr. Geoff Nicholson. Considerado o “pai do programa de notas Post-It”, ele foi um dos líderes que mais incentivaram a inovação na 3M.

27 de jul. de 2015

Innovation Experience: Os desafios de fazer a inovação acontecer



Navegando no sítio da Innoscience - Consultoria em Gestão da Inovação, encontrei um "banner" de divulgação da sua mais recente publicação, o "e-book" intitulado  "Innovation Experience: Os desafios de fazer a inovação acontecer", de Maximiliano Carlomagno e Felipe Scherer, sócios-fundadores da referida empresa.

Conforme informações constantes no sítio da Innoscience:

"O conteúdo do ebook foi consolidado ao longo dos últimos dois anos, fruto de experiências práticas de trabalho dos consultores da Innoscience com grandes empresas do Brasil que buscam inovar com resultados.

O ebook Innovation Experience possui 212 páginas e está dividido em 4 capítulos:

1) Construindo conhecimento de base;
2) Como tornar-se inovador;
3) Colocando em prática a inovação; e
4) Aprendendo com os inovadores."

Por entender que o referido documento é de grande valia para o nosso atual momento de aculturação em inovação, divulgo o "link" para prévio cadastramento e posterior acesso ao "e-book" para todos vocês, conforme a seguir.



24 de jul. de 2015

Innovation in the Public Sector: How can public organisations better create, improve and adapt?



O relatório do NESTA "Innovation in the Public Sector: How can public organisations better create, improve and adapt?", foi publicado em 2014 e tem como autor Geoff Mulgan (atual Diretor-Geral do NESTA).

O documento é considerado referência no tema e, em quatro capítulos, desenvolve algumas questões fundamentais, conforme a seguir.

1) What is Public Sector Innovation - And Why Does It Matter?

2) How Can Innovation In The Public Sector Be Made More Effective?

3) How Can Innovation Be Better Organised in Public Services?

4) Crucial Building Blocks For a Systematic Approach To Innovation

Outra novidade é a introdução dos "Sete Estágios da Inovação", que destaco no diagrama acima apresentado e, conforme afirmação constante do documento (Introdução do Capítulo 2), "in verbis":

"The most important task for any public agency or government is to tackle each stage of the innovation process. These each require different methods and cultures of organisation. But the biggest impact comes from linking these all together into a coherent system of innovation".

Fonte: http://www.nesta.org.uk/sites/default/files/innovation_in_the_public_sector-_how_can_public_organisations_better_create_improve_and_adapt_0.pdf

23 de jul. de 2015

Terra! Terra!







Famosa fotografia da Terra, conhecida como "The Blue Marble", tirada em 07 de dezembro de 1979 pela tripulação da missão Apolo 17, quando estavam indo em direção à Lua (foto de divulgação da NASA).


Imagem inédita da Terra, feita em 06 de julho de 2015, pela câmera do satélite meteorológico "Deep Space Climate Observatory (DSCOVR)" ou Observatório Climático do Espaço Profundo (foto de divulgação da NASA).

"A beautiful reminder that we need to protect the only planet we have.Presidente Barack Obama











22 de jul. de 2015

Governo e Inovação nas Empresas



Políticas governamentais eficientes podem ter impacto positivo na capacidade de inovação das empresas de um país, sendo que os principais mecanismos que os governos têm para melhorar o ambiente de inovação são:

1) aprimorar a legislação relativa à inovação;
2) facilitar o acesso ao crédito e aos investimentos;
3) incentivar ações de fomento à inovação;
4) atuar de modo a agilizar e proteger a propriedade intelectual;
5) promover a qualificação da força de trabalho; e
6) analisar o impacto da tributação no desempenho das empresas em relação à inovação e à competitividade, principalmente das pequenas empresas.

De forma preliminar, encaminho informações sobre o contexto da atuação do governo brasileiro no processo de incentivo à inovação das empresas, em cada um dos seis itens supracitados, conforme a seguir.


1) Legislação:

A Lei de Inovação Tecnológica Nº 10.973, aprovada em 2 de dezembro de 2004 e  regulamentada em 11 de outubro de 2005 pelo Decreto Nº 5.563, está organizada em torno de três eixos:

a) a constituição de ambiente propício a parcerias estratégicas entre universidades, institutos tecnológicos e empresas;

b) o estímulo à participação de institutos de ciência e tecnologia no processo de inovação; e

c) o estímulo à inovação na empresa.

Para as empresas, um dos principais benefícios é poder abater no imposto de renda, com base no regime de Lucro Real,  os dispêndios em P&D. Também possibilita obter recursos públicos não-reembolsáveis para investimentos em P&D.

Além da subvenção econômica, a lei estabelece os dispositivos legais para a incubação de empresas no espaço público e a possibilidade de compartilhamento de infraestrutura, equipamentos e recursos humanos, públicos e privados, além de criar regras claras para a participação do pesquisador público nos processos de inovação tecnológica desenvolvidos no setor produtivo.



2) Crédito e Investimento:

O governo federal, por intermédio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), promove a abertura de linhas de crédito específicas voltadas à inovação para todos os setores produtivos (via editais da Agência Brasileira da Inovação (Finep).

"Desde 2011, o BNDES, junto com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e outros órgãos públicos, participa do Plano Inova Empresa. Esta iniciativa tem como objetivo fomentar projetos de apoio à inovação em diversos setores considerados estratégicos pelo Governo Federal.

Por meio do Inova Empresa, são realizados Planos Conjuntos, que consistem em chamadas públicas para a seleção dos projetos que serão contemplados pelos mecanismos de apoio disponíveis pelo BNDES, pela Finep e pelos órgãos públicos participantes."



3) Fomento:

Existem dois grandes prêmios de inovação no Brasil, a saber, o Prêmio Finep de Inovação e o Prêmio Nacional de Inovação (da CNI).

O Prêmio Finep é o mais importante instrumento de estímulo e reconhecimento à inovação no País. O Prêmio foi criado em 1998 para reconhecer e divulgar esforços inovadores realizados por empresas, instituições sem fins lucrativos e pessoas físicas, desenvolvidos no Brasil e já inseridos no mercado interno ou externo, a fim de tornar o País competitivo e plenamente desenvolvido por meio da inovação. As empresas, instituições e os inventores são aqueles que desenvolvem soluções em forma de produtos, processos, metodologias e/ou serviços novos ou significamente modificados. Em 2014, foram disponibilizados 8 milhões de reais para os primeiros colocados regionais e nacionais de cada categoria.

O Prêmio Nacional de Inovação, existente desde 2006, é uma iniciativa da Mobilização Empresarial da Inovação (MEI) e é realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), com o apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), do Movimento Brasil Competitivo (MBC) e do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).


4) Propriedade Intelectual:

Após algumas leituras, verifiquei que as demandas das empresas em relação às políticas governamentais para a inovação não são relativas somente ao Direito Autoral, mas também são direcionadas ao fortalecimento das políticas de Propriedade Industrial, que integram a denominada política de Propriedade Intelectual.

Conforme o documento "O Estado da Inovação no Brasil" (2015) elaborado pela Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI / CNI), in verbis: "A legislação brasileira de propriedade intelectual é recente, ampla, e em grande parte em sintonia com as melhores práticas internacionais. Ela é, contudo ainda incompleta. Ainda há sérias omissões e deficiências no ordenamento jurídico nacional e por isso tramitam inúmeras propostas para o aperfeiçoamento das Leis de Propriedade Industrial (LPI) e do Direito Autoral (LDA). (...)".

Assim sendo, e conforme aprofundamento sobre o tema, a referida publicação indica a necessidade de:

a) inclusão na agenda nacional dos Projetos de Lei supracitados;

b) algumas alterações nas competências do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI / MDIC) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA / MS);

c) a modernização e o reaparelhamento do INPI, autarquia federal responsável pelo aperfeiçoamento, disseminação e gestão do sistema brasileiro de concessão e garantia do direito de propriedade para a indústria, de forma a ser capaz de atender, de forma estruturada e ágil, às demandas por qualidade e prazo exigidas pelo setor industrial brasileiro; e

d) a integração do Brasil no ambiente internacional de Propriedade Intelectual, de modo a contribuir para o desenvolvimento da indústria nacional, com a adesão a tratados internacionais, (como por exemplo o Protocolo de Madri, para o depósito simultâneo de marcas em vários países) e o estabelecimento de acordos de colaborações técnicas entre o INPI com outros escritórios de PI no mundo, a exemplo do Patent Prosecution Highway (PPH).


5) Qualificação da Força de Trabalho:

Uma força de trabalho capacitada e instruída é o elemento mais crucial para o sucesso da inovação, contudo, encontrar talento de qualidade é um constante desafio para as empresas. É consenso que os governos podem melhorar a qualidade da força de trabalho investindo em educação eficiente (formal, técnica e profissionalizante) e assegurando que as políticas de imigração apoiem em vez de dificultar a inovação.


6) Tributação:

Os representantes do setor empresarial brasileiro, assim como especialistas em inovação e competitividade afirmam, de forma genérica, mas frequente, que “o empreendedor no Brasil é muito penalizado pelo impacto da tributação”, o que indica a necessidade de uma avaliação da questão de forma técnica e que abranja questões como:

a) a redução da alíquota de imposto das empresas;

b) a oferta de créditos fiscais para investimentos em capacitação e educação; e

c) o aumento das deduções para investimentos, principalmente para as pequenas empresas.

20 de jul. de 2015

Capital Ideas: How to Generate Innovation in the Public Sector



O relatório "Capital Ideas: How to Generate Innovation in the Public Sector", foi publicado em julho/2010 e tem como autores Jitinder Kohli (do Center for American Progress/USA) e Geoff Mulgan (à época, da The Young Foundation, atualmente no NESTA/UK).

Além de apresentar um conjunto de recomendações para a adoção de práticas inovadoras pelo governo federal norte-americano, o documento também apresenta mais de 20 casos de sucesso internacionais de inovação no setor público.

Outra novidade é a introdução do "Ciclo de Seis Etapas da Inovação Social", que destaco no diagrama acima apresentado e no texto a seguir transcrito.

-----

"The Six-Stage Cycle of Social Innovation

Innovation in the private sector follows a process from invention to wide adoption of new goods or services. Social innovation follows a similar cycle and there are six stages from inception to impact.

These stages are not always sequential — some innovations can jump a stage or two — and there can be feedback loops between them:

1. Prompts, inspirations, and diagnoses. Solutions derive from problems. The impetuses for social innovation are therefore often social problems: funding crises, systemic failures, tragedies. These prompts can be founts of creative inspiration, but must be accurately diagnosed in order to identify the root causes of particular problems. New technologies or knowledge can also sometimes act as prompts.

2. Proposals and ideas. Once a problem or a new possibility is understood, social innovators set about generating ideas for solutions.

3. Prototyping and pilots. This is the testing stage. Whether through controlled trials or just running an idea up the flagpole and seeing if anyone salutes, the refining and prototyping process is critical for social innovation. Ideas are battle-tested, supportive coalitions emerge, internecine conflicts get smoothed out, and success benchmarks become formalized.

4. Sustaining. Here, the training wheels come off and the road to long-term viability is paved. That means finding revenue streams, writing supportive legislation, and assembling the human and technical resources to put the air beneath the wings of innovation. The idea often has to become simpler at this stage.

5. Scaling and diffusion. The idea takes off here, reaping social economies of scale through expansion, replication, and diffusion. There is no profit motive to drive social innovation across the globe like in the private sector. Social solutions often require government intervention and public-private partnerships to grow.

6. Systemic change. This is the end-game of social innovation. An idea, or many ideas in concert, become so entrenched that they give birth to new modes of thinking, new architectures, and ultimately entirely new frameworks."






17 de jul. de 2015

Nascemos inovadores? - Maximiliano Carlomagno




Recebi e-mail da Innoscience divulgando a palestra "Nascemos inovadores?" e por entender ser de grande valia para o nosso atual momento, de aprendizados e de definições, divulgo o referido e-mail e o correspondente vídeo a todos.

"No último dia 20/06/2015 o sócio-fundador da Innoscience, Maximiliano Carlomagno palestrou no evento TEDx Mauá sobre o tema formação de inovadores.


Veja 5 coisas que você vai aprender assistindo à palestra Nascemos Inovadores? de apenas 17 minutos:

1) Quais são as 4 Fases da Cadeia de Valor da Inovação e o que ocorre em cada uma destas fases.

2) Por que existem 4 perfis de inovadores e não apenas um único perfil com um conjunto extenso de atributos criativos.

3) Qual o papel de cada um desses perfis no processo de inovação.

4) Qual é o primeiro passo para entender como nos transformarmos em melhores inovadores.

5) Uma ferramenta exclusiva da Innoscience para você conhecer seu perfil como inovador (a partir do minuto 15 do vídeo)."


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=_M4dFliqB1U&feature=youtu.be

15 de jul. de 2015

LabWorks 2015 - Global Lab Gathering London



Após a participação do colegas Pedro (Diretor) e Daniel (Gerente) no "LabWorks 2015 - Global Lab Gathering London", trago informações disponíveis no sítio do NESTA sobre o evento.

"This was the fourth global lab gathering, an annual event that brings together the growing international network of innovation labs, units, offices and teams working inside and alongside Government on society’s biggest challenges.

LabWorks 2015 aimed to bring together public innovators from across the world to hear about the latest tools, learn new skills, share thinking and experience and build the basis for future collaboration.

Though they might use different names and draw on different methods, from behavioural economics through design to data science, labs share a common commitment to a new experimental approach, trialing and testing new approaches in search of scalable solutions.

With the first wave of labs now in their second decade, now is a great time to take stock.
  • What is the evidence so far for innovation labs' success?
  • What do we know about how they work?
  • How can their successes be repeated at scale?
LabWorks itself acted as an innovation lab - blending our existing networks and knowledge of public innovation with external inspiration and challenge, testing our assumptions and generating new ideas in the process.

The core aim was to inspire in each other a new sense of what is possible in public service innovation backed up by practical knowledge of the tools and the skills we need to make it happen.

The key focus was ultimately practical - for those working in public innovation labs or about to set one up this was a unique opportunity to build networks and knowledge.

Attendees were able to:
  • Learn a new skill, expand their understanding and starting to develop their own plans for public innovation labs in workshops and conference sessions led by the world’s leading practitioners and experts.
  • Apply what they have learned about Lab methods to their own challenges.
  • Discover how Labs can build lasting change, turning temporary experiments into repeatable successes at scale.
  • Identify the methods and approaches that are having the biggest effect and why.  See the real evidence that Innovation Labs are working and learn how to best measure their own impact.

Related events:

1. Opening Governance Research: Taking Stock and Looking Forward - Wednesday 8 July, Nesta
The MacArthur Foundation Research Network on Opening Governance and Nesta held a public workshop on innovations in governance. The event focused on lessons learned and remaining questions related to innovations in health and wellbeing, Internet Governance, and economic development, among other areas of public concern.

2. Lab Practitioners Workshop - Friday 10 July, Nesta 

3. Coaching Retreat, 11- 12 July
A small group spent more time going deeper into their specific projects and receiving bespoke coaching and advice. Nesta, GovLab, La 27e Region and MindLab jointly offered an intensive two-day coaching retreat for teams actively working on Lab strategy and implementation projects. The goal was to provide direct, hands-on support and expert advice that, together, help accelerate the movement of these real-world projects toward successful implementation."



14 de jul. de 2015

Sonda New Horizons se aproxima de Plutão



Depois de nove anos e 4,8 bilhões de quilômetros percorridos, a Sonda "New Horizons" realizou hoje o registro fotográfico mais próximo e mais nítido do planeta Plutão, a cerca de 766 mil quilômetros de distância.


Google também homenageia a aproximação de sonda da NASA a Plutão com "doodle" especial.


13 de jul. de 2015

101 Design Methods: A Structured Approach For Driving Innovation In Your Organization



O livro "101 Design Methods: A Structured Approach For Driving Innovation In Your Organization", de autoria do professor Vijay Kumar, foi reconhecido pela Amazon Books como um dos "Best Books of The Year So Far". 

Vijay Kumar é professor do Instituto de Design do Illinois Institute of Technology e nesse livro desenvolve uma metodologia de promoção da inovação considerada como "primeiro guia passo-a-passo para o planejamento de uma inovação de sucesso" nas organizações.

Conforme a Amazon Books, "ao contrário de outros livros sobre o assunto, "101 Design Methods: A Structured Approach For Driving Innovation In Your Organization" aborda a prática da criação de novos produtos, serviços e experiências do cliente como uma ciência, em vez de uma arte, proporcionando um conjunto prático de ferramentas e métodos para o planejamento colaborativo e a definição de novos serviços/produtos bem sucedidos".

Dado o reconhecimento do conteúdo, segue resumo do modelo e dos sete modos do processo de planejamento da inovação identificados pelo Prof. Vijay Kumar e disponíveis no endereço
http://www.101designmethods.com/.

O modelo analítico-sintético proposto (conforme diagrama a seguir) é composto por quatro quadrantes, a saber, "Research, Analysis, Synthesis e Realization"; por quatro eixos, "Real World, Understanding, Abstracting e Making"; e pelos sete modos do processo de inovação, que podem ser adotados de forma linear (em sequência numérica e helicoidal, e passando por todos os eixos e quadrantes) ou de forma não-linear e interativa.


Seven Modes of the Design Innovation Process & 101 Design Methods:

There are seven distinct modes of the innovation planning process: Sense Intent, Know Context, Know People, Frame Insights, Explore Concepts, Frame Solutions, and Realize Offerings. Each mode has its own goals and activities. "101 Design Methods: A Structured Approach for Driving Innovation in Your Organization" introduces each of these modes as a separate chapter with a set of methods.

Mode 1: SENSE INTENT
Early on in the process we are in this mode of figuring out where to start. Before jumping straight into a project we take a pause and consider the changing world around us. We look at all the changes happening in business, technology, society, culture, policy, and others. We gather the latest happenings, cutting edge developments, and latest news. We study the trends that can affect our topic area. We look at the overall effects of these changes. All these offer us a way to reframe our initial problem and look for new innovation opportunities. It helps us think of an initial intent about where we should be moving.

Mode 2: KNOW CONTEXT
In "Know Context" we study the context -- the circumstances or events that affect the environment in which our innovation offerings (products, services, experiences, brands etc.) exist or could exist. We study how our offerings perform in the market. We focus on offerings that are similar to ours and see how they perform. We study our organization. We look at all the competitors and their evolving strategies. We learn about our organization's relationship to our complementors in the industry. We find out if government policies and regulations have an effect on our innovation topic. Broadly, in this mode, we pay attention to what is transforming our innovation context including society, environment, industry, technology, business, culture, politics, and economics.

Mode 3: KNOW PEOPLE
In this mode our goal is to understand people (end-users and other stakeholders) and their interactions with everything during their daily lives. In this mode traditional market research techniques are most useful when a new offering is already defined. But to explore a person's unmet or unspoken needs we must have more powerful methods and tools. We use observational and ethnographic research methods to learn about people in ways that are different from interviews or focus group studies. A key objective in this mode is to extract the most valuable insights from our observations. An "insight" here is defined as an interesting revelation or learning that emerges out of observing people's actual behavior. Insight is an interpretation of what is observed, and is often the result of asking the question "why?"

Mode 4: FRAME INSIGHTS
After conducting research, the next step is to bring structure to what has been found and learned from the previous modes. We sort, cluster, and organize the data gathered in the previous three modes and begin to find important patterns. We analyze contextual data and view patterns that point to untapped market opportunities or niches. Finding insights and patterns that repeatedly emerge from multiple analyses of data is beneficial. Therefore in this mode we use a mix of different kinds of methods in order to gain multiple perspective of the context for a fuller understanding. Guidelines or principles that are generated in this mode help us move to the modes for exploring concepts and framing solutions.

Mode 5: EXPLORE CONCEPTS
In this mode we do structured brainstorming to identify opportunities and to explore new concepts. We use the insights and principles framed earlier as the starting places to generate concepts. We ensure that fresh and bold ideas are generated through collaborative sessions. Team members build on each other's concepts while carefully postponing critical evaluation. Further, by basing our concepts on the results from previous modes, we ensure that the concepts are defensible and grounded in reality. Concepts for products, services, communications, environments, brands, business models, and others are typically explored in this mode. Even at this early stage of exploration, we construct rough prototypes, either to focus team discussions or to get early user or client feedback.

Mode 6: FRAME SOLUTIONS
In this mode, we build on the large set of concepts that have been developed earlier by combining them to form systems of concepts, named "Solutions". We evaluate concepts and identify the ones that bring the most value to stakeholders (primarily users and businesses). The most valuable concepts are combined into systems of concepts that work together well and reinforce each other's value. We also evaluate concepts based on their compatibilities to help form holistic solutions. We ensure that the concepts and solutions are organized into useful categories and hierarchies. We iteratively prototype solutions, and test them in reality. In this mode descriptions of solutions are turned into depictions to give the team, the users and the client(s) a visceral sense of "what could be."

Mode 7: REALIZE OFFERINGS
Once potential solutions are framed and prototypes tested, they need to be evaluated to move to implementation. In this mode, we ensure that the solutions are purposefully built around people's experiences and can provide real value. It is also important to make sure these solutions add economic value for the organizations producing them. Once we establish high-value solutions, implementation plans follow. For this, design and business innovators collaborate to define viable strategic directions. We create roadmaps to show the speculated progression of solutions in distinct phases. These roadmaps are shared with the stakeholders, showing everyone involved the steps necessary to implement the solution. A business case is prepared for prompting further action with clearly defined and specific initiatives the organization will follow to facilitate implementation.


10 de jul. de 2015

Google Trends: termo de pesquisa "Design Thinking"



Verifique o gráfico do Google Trends (em tempo real) referente à evolução das buscas pela expressão "Design Thinking" em ttp://www.google.com.br/trends/explore#q=design%20thinking .

Também são disponibilizados "links" para notícias de destaque sobre o assunto.

9 de jul. de 2015

Documentário "Design & Thinking"



O documentário "Design & Thinking" apresenta e discute os principais conceitos do design thinking por meio de entrevistas com profissionais da área e exemplos reais de produtos e serviços inovadores. Foi dirigido por Mu-Ming Tsai e feito em colaboração com a Taipei Design Center U.S.

O documentário está disponível em:  https://www.youtube.com/watch?v=Z_YwyMssN0Y

PS: para ver um trecho do documentário que trata especificamente de governo, clique aqui: https://youtu.be/Z_YwyMssN0Y?t=2785

8 de jul. de 2015

Curso gratuito de Design Thinking (iversity)



Recebi o "Certificado de Participação" (referente à versão gratuita) do curso de "Design Thinking" oferecido pela iversity (https://iversity.org/) e pela Macromedia University of Applied Sciences.

O curso é em inglês, está baseado na modalidade EAD e propõe a apresentação e a compreensão dos principais conceitos e tópicos relacionados ao “Design Thinking”, bem como do seu potencial para a implementação e o desenvolvimento de uma estratégia de inovação que permita o uso da criatividade e de uma visão centrada no ser humano para o desenvolvimento de produtos e serviços.

Reconheço algumas limitações do curso, mas recomendo seja feito por todos aqueles que queiram ter uma visão acadêmica e abrangente do "Design Thinking", que é abordagem fundamental dos atuais processo de inovação.

Segue o "link" para acesso ao curso e o rol das unidades de aprendizado, para análise prévia dos conteúdos apresentados.

Link para acesso ao curso: https://iversity.org/en/courses/design-thinking-2nd-iteration

Conteúdos:
Chapter 01 : General Course Introduction
Chapter 02 : Prologue Week One
Chapter 03 : Design Today
Chapter 04 : Design Models and Theory
Chapter 05 : Design as a Discipline
Chapter 06 : Design Systems
Chapter 07 : Prologue Week Two
Chapter 08 : Human-Centered Design
Chapter 09 : Design Thinking Process
Chapter 10 : Experience Design
Chapter 11 : Problem Space, Wicked Problems
Chapter 12 : Prologue Week Three
Chapter 13 : Creativity and Ideation, Theory and Methods
Chapter 14 : Strategic and Concept Design
Chapter 15 : Multidisciplinary Teams, Communication Skills
Chapter 16 : Storytelling
Chapter 17 : Prologue Week Four
Chapter 18 : Prototyping and Testing
Chapter 19 : Business and Innovation
Chapter 20 : Intercultural Communication Competence
Chapter 21 : Course Wrap-up

Obs.: Elaborei manual/apostila com todo o material instrucional disponibilizado durante o curso e coloquei para uso/consulta no endereço "L:\GM\ASEGE\Curso Design Thinking - iversity.pdf".

7 de jul. de 2015

Conferência "Design Thinking for Public Good / 2015"



Só para registro!...

Em 26 de fevereiro de 2015 foi realizada a "The Design Thinking For Public Good Conference / 2015no campus de Munique/Alemanha da Macromedia University of Applied Sciences. A conferência tinha como objetivos facilitar o intercâmbio e promover a aprendizagem sobre a teoria e a prática do "Design Thinking", a fim de apoiar e promover a inovação no setor público.

A conferência teve uma Agenda composta por quatro sessões/áreas temáticas:
  • Sessão 1 - Sensibilização
  • Sessão 2 - Habilidades
  • Sessão 3 - Práticas de Inovação
  • Sessão 4 - Educação em Design

Os palestrantes representavam algumas das principais instituições européias voltadas à inovação, tanto no setor público, quanto no setor privado:
  • Sonja Dahl, NESTA, United Kingdom
  • Brenton Caffin, NESTA, United Kingdom
  • Niels Hansen, MindLab, Denmark
  • Stéphane Vincent, Innovation Lab - La 27e Région, France
  • Dr. Michael Bartl, HYVE Innovation Group
  • Dr. Beatrix Behrens, Federal Employment Agency, Germany
  • Prof. Dr. Richard Buchanan, Case Western Reserve University, USA

Segue "link" com maiores informações sbre o evento:  
http://www.mhmk-international.org/design-thinking-for-public-good.html

6 de jul. de 2015

15 Canvas para Fazer a Inovação Decolar (Innoscience)




Felipe Ost Scherer, sócio da Innoscience Consultoria em Gestão da Inovação, publicou matéria no Blog Inovação na Prática (em 16/01/2015) onde apresenta, de forma didática e sistematizada, os "15 Canvas para Fazer a Inovação Decolar".

Conforme a matéria, "um Canvas é um mapa visual que apresenta uma estrutura fixa a ser preenchida visando planejamento, reflexão ou mesmo facilitar a visualização de alguma situação específica. Entre as vantagens de utilizar os Canvas está na velocidade de construção / preenchimento, facilidades de comunicação que ele traz, além de garantir que haja uma relação entre o preenchimento dos blocos que os compõem já que estão na mesma página lado a lado".


Tenha acesso aos 15 Canvas e ao texto integral da matéria em: http://innoscienceblog.com.br/2015/01/16/15-canvas-para-fazer-a-inovacao-decolar/

3 de jul. de 2015

100% Open Innovation Toolkit




Surpreendentemente, há uma metodologia para a implantação de processos e/ou ciclos de inovação, denominada "100%Open Innovation Toolkit", que pode ser utilizada gratuitamente sob uma "licença atributável" da Creative Commons.

Conforme constante do sítio da organização, que está sediada em Londres, "we have designed this toolkit to help you make a success of open innovation, whether this is your first project or whether you’re an experienced practitioner. It synthesises the lessons that we have learned on over 100 programmes since 2006 with organisations as diverse as Procter & Gamble, Orange, LEGO, Oxfam, the UN, and even whole countries and industry sectors".

O "100% Open Innovation Toolkit" é um ciclo complexo e concatenado que foi estruturado em 3 Fases (Explore, Extract e Exploit), com 2 Processos por Fase, e com 4 a 6 Atividades em cada Processo; sendo que cada atividade apresenta, didaticamente, objetivos, formulários e técnicas e/ou dinâmicas a serem utilizadas para a adequada execução da atividade.

A metodologia foi desenvolvida para organizações privadas, mas entendo que seja possível ser feita uma adaptação para as organizações públicas, se despendido o esforço necessário.

Segue rol das diversas etapas do "100% Open Innovation Toolkit".

EXPLORE

1. Set an Innovation Strategy

1.1. Open Innovation Manifesto
1.2. Colleague Crowd
1.3. Vectors
1.4. Collaboration Styles

2. Find Unmet Needs

2.1. Unmet Needs Jam
2.2. Social Listening
2.3. Personas
2.4. Insight Crowd
2.5. Unmet Need

EXTRACT

3. Discover New Ideas

3.1. Crowdsourcing Platform
3.2. Challenge Designer
3.3. Facilitation Guide
3.4. Network Builder
3.5. PPP Filter

4. Build Prototypes

4.1. Prototyping Bootcamp
4.2. Blueprint
4.3. Prototyping Techniches
4.4. Prototype Evaluator
4.5. Service Safari

EXPLOIT

5. Develop Propositions

5.1. Proposition Jam
5.2. Investable Proposition Tenplate
5.3. Give / Get
5.4. Open Innovation Models
5.5. Airlock

6. Make Business Model

6.1. Business Model Jam
6.2. Business Model Canvas
6.3. Online Concept Test - Customer Crowd
6.4. Online Concept Test - Rapid Proposition Testing
6.5. Open Innovation Metrics

O "link" para acesso ao "100% Open Innovation Toolkit" é http://www.toolkit.100open.com/.

Aproveito para informar que já fiz um consolidado dos conteúdos e que os mesmos estão disponíveis no formato de um manual (impresso) para consulta dos interessados.

1 de jul. de 2015

Tim Brown: Designers - think big!



Acesse o vídeo em:
http://www.ted.com/talks/tim_brown_urges_designers_to_think_big#t-18666

Palestra TED: 
"Tim Brown says the design profession has a bigger role to play than just creating nifty, fashionable little objects. He calls for a shift to local, collaborative, participatory "design thinking" — starting with the example of 19th-century design thinker Isambard Kingdom Brunel."

Sumário:

  • "Design Thinking" = resolver problemas e criar inovações => pensamento integrador
  • Aplicação do "design thinking" a todos e/ou a novos tipos de problemas
  • Ideias/Princípios básicos do "Design Thinking":
     1) o "design" está centrado no ser humano, em uma necessidade humana (devendo ser considerada a cultura e o contexto, os desejos e as aspirações das comunidades);
       2) é processo de aprender criando ou de ir construindo para pensar/inovar;
       3) os protótipos aceleram o processo de inovação;
   4) deve-se substituir o foco no consumo para o desenvolvimento de sistemas participativos e colaborativos com os usuários; e
      5) o "design" é muito importante para ser deixado só com os "designers" (todos podem contribuir para melhorar a experiência do usuário)

  • "Design Thinking" = nova maneira de lidar com problemas = criar novas opções e/ou soluções
  • Primeiros passos: "começar a fazer as perguntas certas!..."


← Anterior Proxima  → Página inicial