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17 de mai. de 2017
28 de mar. de 2017
Fazendo as perguntas certas!
Por Unknown28.3.17Design Thinking, Dicas de Leitura, Entrevistas e Palestras, Ferramentas, MetodologiaSem Comentarios
Com certeza você já ouviu falar no Design Thinking, uma metodologia para o desenvolvimento de projetos inovadores que envolve, dentre outras características: o foco no ser humano, multidisciplinariedade, criatividade, processo estruturado e não linear de construção de ideias, interações voltadas a aprendizados constantes, cocriação de soluções e prototipação.
Dentre as muitas ferramentas que podem ser utilizadas dentro dessa abordagem temos as entrevistas. Pode parecer algo simples à primeira vista, mas uma boa estratégia de entrevista é um processo que envolve organização, planejamento e dedicação. Dá um pouco de trabalho é verdade, mas os resultados compensam! Buscar as informações, criar soluções e prototipar (por que não?) com base nas impressões do público que vai usar o serviço ou produto é uma das formas mais eficazes de atender o seu cliente! #foconousuario #vaipraponta!
Confira aqui dicas super úteis para utilizar entrevistas no seu processo inovador!
2 de fev. de 2017
Como assim "playground"????
Uma mudança de prédio, uma conversinha sobre a nova distribuição física dos servidores e pronto: lá estava um espacinho reservado a uma área de criação. O lugar para armários era escasso, os funcionários, muitos e o medo de ver aqueles metros quadrados evaporarem, enorme. Não à toa, pessoas empolgadas (euzinha também!) saíram correndo para uma certa loja e compraram os objetos mais coloridos que encontraram. Visitaram alguns muitos sites e acharam opções para aquelas paredes cinzas e pilastras mal conservadas. Buscaram amigos artistas, ligaram para lojas, erraram na aplicação do adesivo, colaram alguns quadros tortos e tcharam! Aqui temos uma nova área de trabalho: nosso google particular (quase pronto)!
E nesse processo, sem entender muito bem porquê, eu me irritei (sim, chefe, desculpe aí) com os apelidos que aquela área ia ganhando: brinquedoteca, espaço kids, playground. Como assim, aquela área na qual eu e alguns colegas colocaram tanto esforço, dinheiro e amor estava sendo reduzida a um espaço para crianças???
Foi necessário um papo paralelo para que a psicóloga que há em mim se lembrasse daquelas sessões de terapia infantil. Para uma criança, brincar é coisa séria! Já reparou no rosto concentrado de uma criança quando analisa os efeitos da queda de um giz de cera empurrado de uma mesa (olha! Caiu!)? E na frustração envolvida num experimento que falhou quando aquela torre de lego ficou alta demais? Sem contar na vida que aqueles brinquedos ganham quando recebem experiências do dia-a-dia (carros conversam, sabia?).
E aí, de repente, eu percebi: se não for para voltar a ser criança, é melhor nem ter um espaço desses. Porque adulto tem medo de errar, tem vergonha do lúdico, acha estranho verbalizar tudo o que vem à cabeça. Minha nova forma de pensar? Pegue seu lego, sente no chão e resgate essa criança que mora aí dentro de você porque ela está louca por um pouco de experimentação (ou seria design thinking?) na resolução desse seu problema. E seja bem vindo ao playground!
28 de set. de 2016
Enap premia (de forma fantástica) os vencedores do 20º Concurso de Inovação na Gestão Pública
A última semana foi intensa!
A Semana de Inovação em Gestão Pública uniu várias pessoas interessantes ao redor do tema e, para nós do Ministério do Planejamento - e tenho certeza que também para o pessoal da Enap -, foram dias de muita correria, com um ar de "queria poder ter estado em todas as arenas ao mesmo tempo". Mas isso é assunto de outro post...
No meio desse corre aqui, corre lá, coordenando arenas, auxiliando palestrantes e participantes e tropeçando em post-its, veio algo arrebatador! Os celulares de todos nós foram tomados por mensagens do tipo "vocês estão vendo o que fizeram os organizadores do prêmio de inovação?".
Daí, eu pergunto: vocês viram o que fizeram os organizadores do prêmio de inovação? Uau! Digo, uau! Um show de criatividade tomou o telão, num horário não muito gentil com aqueles que já estavam em seu segundo dia de imersão em palestras. E tudo parou. E mais ninguém lembrou do cansaço.
Cá entre nós, nunca uma versão do Prêmio de Inovação em Gestão Pública fez jus às iniciativas que premia. Nunca até 2016. Dessa vez, o parabéns não fica "só" para as lindas iniciativas que nossos colegas servidores foram capazes de implementar, apesar de todas as barreiras. Dessa vez, merece também um prêmio a equipe que pensou, montou e executou esse vídeo (e sei que teve um tempero especial do Inova/MP aí nessa receita enapiana, hein!?)!
Mas não vou mais falar nada e vou convidá-los a tirarem suas próprias conclusões. Ah! E não falei das iniciativas premiadas para não perder a graça - o filme fala muito melhor delas do que eu seria capaz! ;)
A Semana de Inovação em Gestão Pública uniu várias pessoas interessantes ao redor do tema e, para nós do Ministério do Planejamento - e tenho certeza que também para o pessoal da Enap -, foram dias de muita correria, com um ar de "queria poder ter estado em todas as arenas ao mesmo tempo". Mas isso é assunto de outro post...
No meio desse corre aqui, corre lá, coordenando arenas, auxiliando palestrantes e participantes e tropeçando em post-its, veio algo arrebatador! Os celulares de todos nós foram tomados por mensagens do tipo "vocês estão vendo o que fizeram os organizadores do prêmio de inovação?".
Daí, eu pergunto: vocês viram o que fizeram os organizadores do prêmio de inovação? Uau! Digo, uau! Um show de criatividade tomou o telão, num horário não muito gentil com aqueles que já estavam em seu segundo dia de imersão em palestras. E tudo parou. E mais ninguém lembrou do cansaço.
Cá entre nós, nunca uma versão do Prêmio de Inovação em Gestão Pública fez jus às iniciativas que premia. Nunca até 2016. Dessa vez, o parabéns não fica "só" para as lindas iniciativas que nossos colegas servidores foram capazes de implementar, apesar de todas as barreiras. Dessa vez, merece também um prêmio a equipe que pensou, montou e executou esse vídeo (e sei que teve um tempero especial do Inova/MP aí nessa receita enapiana, hein!?)!
Mas não vou mais falar nada e vou convidá-los a tirarem suas próprias conclusões. Ah! E não falei das iniciativas premiadas para não perder a graça - o filme fala muito melhor delas do que eu seria capaz! ;)
30 de jun. de 2016
Design thinking na ponte aérea Brasil-Dinamarca
Por Unknown30.6.16Eventos, Ferramentas, Laboratórios de Inovação, Metodologia, Redes de Inovação1 Comentario
No dia 29/06 - também conhecido como ontem - foi realizado o workshop "Introdução ao Design Thinking", com mediação da designer dinamarquesa Annette Vaering e participação maciça dos membros da Rede InovaGov.
A iniciativa foi mais uma ação resultante da parceria entre os governos brasileiro e dinamarquês, na qual a gerente de projetos do laboratório dinamarquês MindLab apresentou conceitos fundamentais da abordagem e, principalmente, estimulou os servidores a trabalharem formas de trazer ideias abstratas para o mundo real - talvez o principal objetivo do design thinking.
A oficina teve lugar na ENAP e a própria escolha do local "causou" - o salão da biblioteca Graciliano Ramos virou ambiente de compartilhamento e inovação.
Clique aqui para conhecer ferramentas e métodos de design elaborados pelo MindLab (para nossa sorte, os documentos estão em inglês - dinamarquês, para mim, é grego...).
3 de jun. de 2016
Em três tempos...
Cena 1: 2002, coordeno o escritório de processos e projetos da CAIXA e, todo satisfeito, falo ao novo superintendente estratégico que nossos padrões são compatíveis com os mais altos níveis nacionais e internacionais existentes. Ele balança a cabeça, frustrado, e afirma: "puxa, então o mundo está todo errado... Como podemos demorar tanto para dar solução aos problemas críticos que identificamos?".
Cena 2: 2009, à frente do Programa Gespública, vejo que grande parte das organizações que iniciam empolgadas processos de autoavaliação da gestão não conseguem implantar as melhorias previstas ("o contexto mudou", "chegou um novo chefe", "outras prioridades entraram em pauta", "o problema acabou se resolvendo sozinho", são as justificativas mais comuns). Sinto que quase pensamos que "as ferramentas são perfeitas! - o problema é a tal da realidade...".
Cena 3: 2016, instabilidade e incerteza no horizonte - como é próprio do contexto público, certo? Então, "inoveiros" que somos, vamos incorporar tais "variáveis" nos métodos, ferramentas e instrumentos que dispomos e comunicar que há uma grande oportunidade de emplacar algo que realmente agregue valor às agendas de gestores que precisam enfrentar a turbulência.
Ou sonhei acordado?
20 de mai. de 2016
Comunidade troca experiências exitosas em rede social para evolução da educação de jovens e adultos
Por Unknown20.5.16Co-criação, Conceitos, Desafios, Experiências Inovadoras, Ferramentas, Governo, Metodologia, Plataformas, Redes de Inovação1 Comentario
Etapa fundamental da construção de políticas públicas, ouvir a sociedade faz parte do projeto Inova EJA, que lançou, nesta terça-feira, 10, uma página na internet para troca de experiências e sugestões sobre a educação de jovens e adultos (EJA). Com a iniciativa, o Ministério da Educação pretende reunir sugestões de estudantes, professores, diretores de escolas que oferecem essa modalidade de ensino e gestores municipais e estaduais para a elaboração de nova política nacional voltada para esse público.
Até as 18h de 30 de junho próximo, a plataforma on-line estará aberta para cadastramento e colaborações. A página vai funcionar como uma espécie de rede social, na qual será possível, além de relatar experiências bem-sucedidas e lançar propostas inovadoras para a educação de jovens e adultos, interagir com outros participantes cadastrados.
Na plataforma, é possível colaborar com propostas e experiências sobre as práticas e os recursos educacionais de uma pedagogia especializada na educação de jovens e adultos e sobre a certificação e a validação de conhecimentos gerais e competências técnicas. Além da articulação acadêmica com universidades e institutos federais para desenvolver a modalidade de ensino, a página também vai abrir espaço para discussão a respeito do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Projovem) e da gestão, financiamento e desenvolvimento da educação de jovens e adultos.
Lançado a poucos dias, o site já contempla dezenas de propostas e experiências para os 5 temas disponíveis. Após a fase de coleta das contribuições, o próximo passo será a realização, pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, de uma série de audiências públicas pelo Brasil para discutir o documento, que já contará com as colaborações on-line.
Essa iniciativa é parte integrante de projeto do MEC desenvolvido pelo CNPq com apoio da Universidade de Brasília e da Universidade Federal de Lavras sob coordenação do Prof. Paulo Henrique Bermejo com o intuito de prospectar inovações no âmbito da educação a partir da mobilização social.
Acesse o site http://inovaeja.mec.gov.br e participe! Sua contribuição será de grande valia.
Colaboração: Assessoria de Comunicação do MEC
25 de abr. de 2016
Reforço ou punição? O senso comum pode estar errado...
O que funciona melhor, recompensar um comportamento positivo ou penalizar um comportamento negativo? A resposta é: depende. Pesquisas indicam que determinados comportamentos são modificados com maior eficácia por meio da punição. Isso pode nos dar insights sobre como motivar a inovação dentro das organizações.
PESQUISA SOBRE PERDA DE PESO
Um estudo de 13 semanas com 281 indivíduos com sobrepeso / obesidade (publicado no "Annals of Internal Medicine") tentou três estratégias de motivação diferentes para ver qual levaria as pessoas a andar 7000 passos por dia:
1) os participantes recebiam US$1,40 para cada dia em que atingiam o seu objetivo;
2) os participantes tinham a possibilidade de ganhar US $ 1,40 se o objetivo fosse alcançado em um determinado dia;
3) os participantes recebiam US$ 42 no início de cada mês e, em seguida, tinham que devolver US$ 1,40 para cada dia em que não conseguiam atingir seu objetivo.
2) os participantes tinham a possibilidade de ganhar US $ 1,40 se o objetivo fosse alcançado em um determinado dia;
3) os participantes recebiam US$ 42 no início de cada mês e, em seguida, tinham que devolver US$ 1,40 para cada dia em que não conseguiam atingir seu objetivo.
Nos três grupos, o ganho monetário era igual, mas o terceiro método foi mais eficaz, com 45% dos alvos diários atingidos. A primeira e a segunda abordagens produziram 35% e 36%, respectivamente. O grupo controle foi de 30%. Assim, a recompensa positiva fez melhorar o comportamento, mas não tanto quanto a punição.
Essa premissa pode ser utilizada em várias situações de bônus. Por exemplo, muitos esforços de inovação utilizam um sistema de pontos para recompensar as pessoas quando elas desenvolvem soluções valiosas. Mas poderia ser interessante dar a todos determinada quantidade de pontos para começar e, depois, deduzir pontos por falta de contribuição. Se você não tem pontos, é chato ver uma conta que não acumula. Mas se você já começa com um milhão de pontos, pode querer tomar medidas para evitar sua perda. Isto é, obviamente, se os pontos têm algum valor para o indivíduo.
Leia o artigo original no site: http://stephenshapiro.com/carrot-stick/
7 de abr. de 2016
Inclusão social - Oficina para promover o atendimento em LIBRAS nos serviços públicos
Acontece hoje e amanhã (07 e 08/04), oficina de Design Thinking sobre atendimento na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) nos serviços públicos federais, uma atividade desenvolvida em conjunto pela Diretoria de Modernização da Gestão (INOVA/SEGES/MP), a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD/MMIRDH) e a Escola Nacional de Administração Pública (ENAP). Participam também a Receita Federal, o INSS, a Anatel, a ANVISA, MTPS, Caixa Econômica Federal, Fundação Roquette Pinto e Apada (Associação de Pais e Amigos de Deficientes Auditivos).
A dinâmica visa auxiliar os órgãos e entidades do Governo Federal a prestarem atendimento adequado a pessoas surdas usuárias de LIBRAS nos seus serviços ao público. A maior parte dessas pessoas, especialmente as mais vulneráveis socioeconomicamente, não se comunicam bem em português e, ao serem atendidas presencialmente, precisam do apoio de um tradutor/intérprete da Libras. Desde 2005, um decreto já lhes dá esse direito no atendimento em órgãos públicos.
Durante a oficina foram formados 4 grupos com perfis diferentes: usuários (pessoas surdas)/ intérpretes, servidores que trabalham com atendimento, órgãos gestores e especialistas em design, sistemas de computação, programação web e acessibilidade digital.
Os grupos refletiram a respeito de soluções possíveis, levando em conta todos os âmbitos da questão, segundo a experiência e capacidades de cada integrante. O objetivo é buscar uma solução para intermediar, em tempo real, a demanda dos órgãos com a chegada de cidadãos surdos em busca de atendimento e a oferta de tradução/interpretação por vídeo à distância.
Confira algumas fotos do evento e aguarde vídeo com entrevistas a ser publicado amanhã.
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| Foca: ferramenta usada para lembrar as pessoas de ter foco. Funcionou super bem! |
















